|
| Máfia eletronica na cadeia |
TOPO |
|
Diversos artigos foram publicados no Segurança Digital sobre como a máfia eletrônica age. Recentemente a Polícia Federal prendeu 23 integrantes da máfia eletrônica. A prisão foi realizada no dia 5 de novembro e mereceu destaque até mesmo no Jornal Nacional (confira a reportagem em vídeo, clique aqui). Inclusive o Jornal Nacional tem dado destaque para assuntos relacionados a crimes digitais. Ontem (10/11) o assunto foi a fraude via e-mail. Leia a matéria clicando aqui.
Segundo a Polícia Federal, os acusados conseguiram a quantia de US$ 10 milhões de dólares aplicando golpes na Internet.
Este é o caso que mais chamou a atenção até hoje da mídia falada, porém, diversos casos envolvendo golpes virtuais já são conhecidos entre a comunidade de segurança da informação.
Vamos imaginar a situação das pessoas que foram vítimas de golpes na Internet. Como essas vítimas irão conseguir o seu dinheiro de volta? Essa é uma questão que até as instituições financeiras tem dificuldade em responder.
Trecho do relato de uma vítima de golpe virtual a equipe de resposta a incidentes de segurança da Batori Software & Security:
"Em agosto do corrente ano, entre os dias 19 e 21, tive retirado todo o dinheiro existente em minha conta-corrente, através da Internet. Os fraudadores conseguiram, não sei com que meios, penetrar na minha página do Internetbanking e revirar tudo. Descobriram minhas aplicações em fundos, viram quanto tinha na poupança e, para completar, e por pura maldade, mudaram até minha cesta de serviços, trocando-a por outra bem mais onerosa. Desse modo, efetuaram transferências e DOCs para contas-correntes em São Paulo (c/c do próprio Bco. Real), no Maranhão e no Pará, totalizando R$ 6.161,00. Sacaram, inclusive, todo o meu limite de cheque especial, me deixando no vermelho, em condição de devedor junto ao banco.
Ao descobrir o ocorrido, entrei, de imediato, em contato com o banco para comunicar o fato. Cumpri, então, com todas as exigências feitas por eles (registrar ocorrência policial, fazer uma declaração de próprio punho me isentando da responsabilidade pelas operações efetuadas, prestar todas as informações pedidas, etc.). O banco, por sua vez, se posicionou dizendo que iria proceder com uma investigação para apurar o ocorrido e apontar as responsabilidades, dando-me um prazo de 30 a 40 dias para se pronunciar.
Não obstante, mesmo expondo minha situação atual, meus apelos no sentido de que o procedimento de investigação fosse realizado no tempo mais breve possível não foram atendidos. Tive, então, de tomar medidas de amparo judicial para resolver o caso...
Por incrível que pareça, eles alegam que as investigações até o momento não detectaram qualquer irregularidade que pudesse caracterizar fraude, e que por isso não se responsabilizam por nada."
Até hoje não existem Crackers presos no Brasil (veja matéria). Estaremos acompanhando o caso dos 23 acusados por golpes na Internet e divulgando informações no Segurança Digital.
Autor: Denny Roger |
| TOPO |
|
| Fraudes somam US$500 mil por dia |
TOPO |
|
As fraudes envolvendo cartões de crédito, seja em transações pela web, pedidos telefônicos ou via correio, somam cerca de US$ 500 mil por dia, revelou nesta segunda-feira (10/11) uma pesquisa da organização britânica, Association for Payment Clearing Services (Apacs). De acordo com a associação, o principal fator que facilita as fraudes é o descuido de alguns clientes, que simplesmente ignoram ou desconsideram procedimentos básicos de segurança quando utilizam cartões de crédito.
O levantamento aponta ainda que um entre cinco consumidores (19%) já deixou outras pessoas usarem seus cartões para fazerem compras pela web, por meio de pedidos pelo correio, telefone ou por fax. Na mesma proporção, os clientes raramente ou nunca conferem a fatura de seus cartões para checar se houve alguma movimentação desconhecida.
Para um em cada seis entrevistados (17%), não existe preocupação alguma quanto a entregar o cartão de crédito no momento da compra, o que faz com ele se torne, assim, uma vítima em potencial para criminosos e golpistas.
Normalmente, os dados do cartão são copiados sem o conhecimento do proprietário que, muitas vezes, só percebe o golpe quando recebe a fatura.
Para evitar cair em golpes, o consumidor deve ficar atento a simples procedimentos, como não deixar que outras pessoas usem o seu cartão de crédito, verificar com atenção as transações mostradas na fatura, rasgar ou queimar os comprovantes das despesas dos seus cartões quando o serviço não for mais utilizado, e nunca entregar o cartão a outras pessoas.
Fonte: IDG Now!
|
| TOPO |
|
| Brasil é líder mundial em invasões |
TOPO |
|
De acordo com Rodrigo Ormonde, diretor de tecnologia da Aker Security Solutions, hoje o Brasil é líder mundial em invasões, responsável por cerca de 75% dos ataques, e a cada 10 sites de hacker, sete são escritos em língua portuguesa. "Isto acontece pois o nosso país não tem uma legislação específica para o assunto. Os hackers do Pará foram presos por estelionato, não por invadirem uma página, ou por entrarem em uma empresa", explica o Ormonde.
O Brasil continua no topo da lista dos grupos hackers em todo o mundo. De acordo com pesquisa desenvolvida pela mi2g Intelligence Unit, empresa de consultoria de risco digital baseada em Londres, entre os dez grupos que mais invadiram sites durante o mês de outubro, sete estão baseados no Brasil.
Nos últimos dois anos, o Brasil vem figurando com destaque na lista dos hackers que incluem desde pessoas que invadem pequenos sites, até os que conseguem fraudar cartões de créditos ou sistemas de governos.
De acordo com a mi2g, só neste ano a ação dos hackers já causou prejuízos entre US$ 118,8 bilhões e US$ 145,1 bilhões (entre R$ 336 bilhões e R$ 413 bilhões) em todo o mundo.
A ação dos hackers em 2003 aumentou em relação ao ano passado, quando os brasileiros lideraram também o topo da lista.
Na opinião de Rinaldo Ribeiro, de 28 anos, gerente de tecnologia da empresa carioca 3 elos, é um exagero dizer que o Brasil está no topo do ranking dos hackers.
"Certamente é um exagero, porque eles fazem coisas menos criminosas e menos poderosas. Eu não considero esses índices. Na verdade são páginas que são modificadas, para poder medir se um país ou um grupo tem conhecimento, principalmente sobre essa questão de segurança", disse Ribeiro.
Fontes: IT WEB e BBC Brasil |
| TOPO |
|
| SP e RJ sediam curso de segurança |
TOPO |
|
A equipe de respostas a incidentes de segurança da Batori Software & Security estará ministrando o curso de segurança de redes em São Paulo e Rio de Janeiro.
O conhecimento apresentado irá permitir ao aluno realizar na prática técnicas de invasão de redes, instalar e configurar todos os recursos de segurança necessários e também a criar um plano de segurança a longo prazo para a empresa.
São cinco módulos onde o aluno irá aprender na prática os ataques que são realizados na Internet ou na própria rede corporativa, além de configurações otimizadas de diversas ferramentas e aplicativos de segurança.
Para obter a certificação, o aluno deverá ser aprovado em cinco provas, tendo como temas: TCP/IP e técnicas de invasão, Windows 2000, Linux, Topologia de Redes e Wireless.
Mais informações e inscrições através do telefone (11) 3105 5638 ou e-mail: denny@batori.com.br
|
| TOPO |
|
| Palestra e curso gratuito na UNIPAC/MG |
TOPO |
|
Será realizado nos dias 14 e 15 de novembro a palestra Invasões de Redes: O mundo Hacker e mini curso de segurança na universidade UNIPAC.
O evento é gratuito e aberto ao público em geral.
Não perca esta oportunidade de ver ao vivo as principais técnicas de invasão realizadas atualmente.
Mais informações: http://www.farv.com.br/simp2003/index.asp
|
| TOPO |
|