Para discutir o problema, ISS traz ex-agente do FBI que alerta para a necessidade de proteção diária às pragas virtuais.
 Gray: ex-agente do FBI no Brasil
Para ressaltar que segurança é assunto mais do que sério, o road show da Internet Security Systems (ISS) que passou semana passada pelo Brasil (São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro) trouxe uma dupla americana de peso: o ex-agente do FBI, Patrick Gray, e o especialista Phill HillHouse. De acordo com uma pesquisa da ISS, o Brasil é o país mais vulnerável a ataques, só perdendo para a China.
Atualmente integrando o X-Force, equipe mundial de peritos da ISS, a dupla veio falar sobre estratégias de segurança digital para combater o crime cibernético. E aproveitou, é claro, para divulgar o Managed Protection Services (MPS), novo sistema da ISS para proteger remotamente empresas, oferecendo como diferencial a garantia de restituição em dinheiro – até US$ 50 mil – caso a corporação seja invadida por hackers.
Segundo Patrick Gray, nos últimos meses o número de novos vírus caiu drasticamente. O problema, segundo o especialista, são os worms. “O vírus é inocente. Já os worms exploram a vulnerabilidade dos sistemas, causando grandes danos”, afirma o ex-agente do FBI que, durante a entrevista, foi avisado pelo BlackBerry de um novo worm que estaria sendo criado naquele momento na China. “E a tendência é o surgimento de mais worms”, avisa.
Mas como se proteger? Para Gray, tudo pode ser resumido em uma palavra: conscientização. “Além de contar com um bom antivírus, o usuário deve atualizá-lo diariamente, assim como faz minha mãe, aos 84 anos”, conta, com orgulho, o filho da Sra. Gray.
O usuário também não deve abrir arquivos em anexo. Mas se precisar fazê-lo, em vez de abrir o arquivo, salve-o no micro e faça a verificação com o antivírus. “Toma um pouco mais de tempo, mas você estará seguro”, dá a dica.
Fonte: http://odia.ig.com.br/info/in230611.htm |