{"id":19,"date":"2011-03-16T23:55:21","date_gmt":"2011-03-17T02:55:21","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.batori.com.br\/2011\/03\/16\/wardriving-invadindo-redes-sem-fio\/"},"modified":"2011-03-17T15:37:34","modified_gmt":"2011-03-17T18:37:34","slug":"wardriving-invadindo-redes-sem-fio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wardriving-invadindo-redes-sem-fio\/","title":{"rendered":"WarDriving: Invadindo redes sem-fio"},"content":{"rendered":"<p>Desde que se ouviu falar em processamento, ouviu-se falar em hacker. Os hackers e suas subdivis\u00f5es s\u00e3o quase t\u00e3o antigas quanto a inven\u00e7\u00e3o do bit. Sabemos de suas incr\u00edveis fa\u00e7anhas pelos jornais.<\/p>\n<p>O novo alvo desses fu\u00e7adores agora est\u00e1 sendo sat\u00e9lites e redes \u00e0 r\u00e1dio. Imagine o seguinte cen\u00e1rio: voc\u00ea est\u00e1 passando pela avenida paulista quando v\u00ea algu\u00e9m passar de carro, apontando o que parece ser uma latinha de batatas Pringles para a rua. Deve ser algum doido, voc\u00ea pensa. N\u00e3o, meu amigo. Chama-se WarDriving. <\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/t2.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcSIHp4EK2TAqTKeec8jdNt7-dwfaXpwYsOmWVv5rmGgNyv3IIoJ\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>WarDriving \u00e9 o nome dado a t\u00e9cnica de se dar um pequeno &#8220;passeio&#8221; de carro, rastreando e invadinho redes a r\u00e1dio.A origem do nome v\u00eam de uma brincadeira com WarDialing, uma t\u00e9cnica utilizada por invasores para se descobrir telefones &#8220;conect\u00e1veis&#8221; em alguma empresa. O WarDriving se aproveita dos fracos recursos da tecnologia Wi-Fi de r\u00e1dio, oficialmente de nome 802.11. Essa tecnologia possui um recurso de criptografia chamado WEP que \u00e9 f\u00e1cil de ser quebrado, facilitando a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bom, vamos ao que interessa. Para fazer wardriving voc\u00ea precisa:<\/p>\n<p>&#8211; Um notebook de prefer\u00eancia com Linux (para rodar os programas Net Stumbler, AirSnort e WEPCrack, essenciais para detectar e invadir redes \u00e0 r\u00e1dio)<br \/>\n&#8211; Um cart\u00e3o pcmcia de rede Wi-Fi<br \/>\n&#8211; Uma latinha de batata pringles ou alguma outra (n\u00e3o s\u00e3o todas que servem)<br \/>\n&#8211; Um carro (de prefer\u00eancia)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/t3.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcQhoCpczFEugKMUxEMm2XM8PkzN_uDA17lQr8aryKAwMkEloAoq\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Tendo isso fica mais f\u00e1cil. Solde um arroela com cabo na latinha e ligue-o ao notebook:<br \/>\nDa\u00ed \u00e9 s\u00f3 usar programas como o NetStubler e tentar detectar redes vulner\u00e1veis:<\/p>\n<p>Encontrando uma rede vulner\u00e1vel , o hacker consegue invad\u00ed-la mesmo que o protocolo de seguran\u00e7a WEP esteja ativo (utilizando o programa WEPCrack). Alguns hackers tamb\u00e9m costumam utilizar o WarChalking (algo como &#8220;guerra do giz&#8221;), escrevendo no ch\u00e3o do local vulner\u00e1vel com um giz, assim qualquer outro hacker que passar depois saber\u00e1 que aquela rede est\u00e1 comprometida. <\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>: http:\/\/www.invasao.com.br\/coluna-marcos-01.php<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que se ouviu falar em processamento, ouviu-se falar em hacker. Os hackers e suas subdivis\u00f5es s\u00e3o quase t\u00e3o antigas quanto a inven\u00e7\u00e3o do bit. Sabemos de suas incr\u00edveis fa\u00e7anhas pelos jornais. O novo alvo desses fu\u00e7adores agora est\u00e1 sendo &hellip; <a href=\"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wardriving-invadindo-redes-sem-fio\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.batori.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}