O que temos,o que queremos e o que podemos fazer – A web brasileira e o perfil dos seus usuários.

Os números realmente impressionam, dados estatísticos fornecidos pelo site http://ecommercenews.com.br/, informam que nós brasileiros ocupamos, em um ranking composto por 20 países, a colocação considerável de 6° lugar.

As impressões não são á toa se calcularmos que a inovação tecnológica chegou por aqui, principalmente no que diz respeito à transmissão digital de dados, na década de 1990 mais especificamente no de 1995 quando houve a instalação da internet comercial no país (ver dados disponíveis no site do Comitê Gestor da Internet no Brasil -http://www.cgi.br/)

Estas considerações iniciais são necessárias para que possamos compreender e refletir de uma maneira mais dinâmica os avanços e a prematuridade deste recurso no nosso país. Pensar isto é entender que tudo que está em crescimento e desenvolvimento constante precisa e deve ser estudado em uma fôrma transparente, livre de sensacionalizações que emperram a elaboração de soluções.
Quando se fala em falhas ou vazamentos de dados em transações pela web: compras online, aplicações financeiras, tais como, investimento em bolsa de valores e afins é muito comum nos depararmos com notícias vazias que muito pouco apresentam fundamentos estatísticos. Em primeiro lugar a dificuldade em se obter informações sobre esses cibercrimes é cada vez maior segundo dados divulgados pela CERT menos de 10% dos cibercrimes são informados e divulgados no mundo (verificar dados no site da própria CERT – http://www.cert.org/).

No cenário nacional o número de transações online teu aumentado de maneira tão ou mais considerável que o próprio uso da web por brasileiros, veja na tabela abaixo:

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As informações acima mostram a demanda de atenção que devemos ter para as condições reais da utilização desta ferramenta de comprar online. Temos um crescente número de consumidores que na maioria das vezes não estão suficientemente preparados para empreender tais transações assim como também temos o crescimento das empresas, que a cada dia, investem mais na comercialização de produtos e serviços pela web, muitas vezes e de maneira preocupante e irresponsável.
A diversidade dessas aplicações também foi medida, segundo as informações postadas pela organização E-commerce, os usuários brasileiros compram online, em primeiro lugar livros, revistas e jornais, dados de 2007, vide tabela abaixo:

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Sem contarmos também com a inovação dos sites de compras coletivas que segundo um levantamento de outubro de 2010 já soma mais de 5,6 milhões de internautas em movimentação diárias e constantes de compras em ambiente virtual.

A quantidade consumidora, (ver tabela abaixo – e-commerce) deste tipo de comércio online, revela o quão considerável é a sua atuação dentro do crescimento econômico, considerando o capital empresarial como principal receptor desta movimentação financeira, sem contarmos, é claro, com a inovação dos sites de compras coletivas que segundo um levantamento de outubro de 2010 já soma mais de 5,6 milhões de internautas em movimentação diárias e constantes de compras em ambiente virtual *.

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O perfil de nossos usuários é algo que em suma é muito pouco considerável principalmente quando se trata de elaborar políticas de prevenção e segurança. Respeitar a individualidade do usuário, enxergando-o como o fio condutor para as realizações é de fundamental importância. Segundo o levantamento, os usuários brasileiros chegam a um número considerável de usuários domésticos, seguidos por mais de 23 milhões de usuários ativos. A quantidade de pessoas conectadas a web é calculada na tabela abaixo:

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A importância de falarmos em cultura de segurança.

Dadas as informações acima, não seriam necessária mais nenhuma explicação ou implicação sobre qual é o real motivo de nossa preocupação com a segurança. Tanto o usuário como os órgãos corporativos sairiam ganhando com a fomentação de uma cultura de segurança.
Os dados que transitam mundialmente pela web, são milhões a cada clique e cada instante uma ameaça nova surge. Como nos preparar para novos ataques, vazamentos de dados se durante um bom tempo não voltarmos os nossos olhos para a nossa realidade virtual e as suas possibilidades.
Olhar mais de perto, talvez seja a solução consciente de combater os crimes e assegurar uma acessibilidade consciente.

Notas:
*Ver pesquisa Ibope Nielsen Online divulgada em 08 de Novembro de 2010.

Web – Consultas:

  • http://www.ibope.com.br
  • http://ecommercenews.com.br/
  • http://www.cgi.br/
  • http://www.cert.org/
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